Ao invés de escrever sobre as
betas do Ubuntu ou os rumores de um sistema operativo proprietário qualquer, vou aproveitar este pouco tempo livre para dar foco à nova versão do Dyne:bolic. No entanto, antes de passar às novidades desta distribuição de GNU/Linux, uma pequena contextualização.
O que é o Dyne:bolic
O Dyne:bolic, como já escrevi no parágrafo anterior, é uma distribuição de GNU/Linux. Ao contrário da maioria das outras, tenta utilizar apenas e somente software livre. Por isso, é uma das distribuições
recomendadas pela
Free Software Foundation.
O público alvo deste sistema operativo é essencialmente artistas e/ou pessoas com veia artística (não excluindo qualquer outra pessoa sem jeito nenhum para estas coisas). Nele, estão incluídas diversas aplicações para edição de imagem, áudio e vídeo, modulação 3D, fotografia,
veejaying, servidores para
streaming prontos a utilizar, etc. A quantidade de software disponível é enorme.
As novidades
A nova versão do Dyne:bolic, a terceira, surge cinco anos após o lançamento da anterior e com ela vêm várias novidades. Por exemplo, o XFCE foi substituído pelo Gnome como gestor de
desktop e o Grub2 é o
boot loader escolhido para fazer o arranque deste e de outros sistemas operativos que possam ter instalados no vosso computador.
Outra novidade, talvez a de maior destaque, é mudança de uma base de desenvolvimento própria para uma em que o Trisquel e Pure:dyne são a grande referência. Podemos dizer que o Dyne:Bolic 3.0 é um descendente em terceiro grau de Debian, já que tanto o Trisquel como o Pure:dyne são baseados em Ubuntu e este, por sua vez, em Debian.
Em suma...
Estas são as poucas novidades que consegui saber pelas notas de lançamento do projecto. Se tiverem curiosidade em saber quais são as restantes ou pura e simplesmente dar asas à vossa veia artística, basta que
descarreguem o Dyne:bolic 3.0.